A pressa do presidente Harry Massis Júnior em acertar logo com um substituto para Eduardo Toni no comando do marketing do São Paulo (o clube negocia com Rafael Soares, do Bahia) tem justificativa: os naming rights do Morumbi.
Com o contrato com a Mondelez para usou da marca de chocolates Bis batizando seu estádio acabando no final da atual temporada, o Tricolor vê a disputa de empresas interessadas esquentar para substituir.
Conforme o AVANTE MEU TRICOLOR apurou, o clube viu sondagens do mercado aparecerem após o rival Palmeiras acertar com um banco digital para batizar sua arena em substituição a uma seguradora.
Segundo o jornalista Jorge Nicola, são quatro empresas que iniciaram conversas com o São Paulo interessadas em substituir a Mondelez. Três delas foram confirmadas à reportagem.
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De olho no sucesso do case palmeirense, pelo menos dois bancos procuraram o Tricolor para conversa: o Santander e o Inter.
Ao saber disso, um antigo flerte do Tricolor voltou à carga. A montadora de carros elétricos chinesa BYD aumentou a oferta apresentada no final do ano passado. E que não foi acertada por conta dos escândalos de corrupção que eclodiram no clube e que custaram a saída de Julio Casares da presidência.
Conforme o AMT revelou no início de março, as negociações anteriores eram de R$ 175 milhões por cinco anos, ou seja, R$ 35 milhões por ano, valor superior ao pago pela Mondelez, de R$ 25 milhões anuais, em acordo assinado no fim de 2023.
O São Paulo estaria pedindo cerca de R$ 60 milhões por temporada, pelos mesmos cinco anos de duração. À reportagem, a informação passada é que a BYD mantém o interesse, mas quer assumir o naming rights ainda esse ano, com o clube assumindo a rescisão com a Mondelez.
A pedida tricolor recolocaria o Morumbi como o mais valioso naming rights do mercado. O novo acordo do rival verde passou a casa são-paulina, já que rende R$ 50 milhões por ano.










