O ex-presidente do São Paulo, Júlio Casares, não compareceu à delegacia na terça-feira (12) para prestar esclarecimentos sobre possíveis irregularidades em sua gestão.
Através de sua defesa, Casares informou que utilizaria o direito de permanecer em silêncio.
Segundo investigadores ouvidos pelo portal ‘Globo Esporte’, não haverá nova data para o interrogatório, afirmando que o ex-mandatário perdeu a chance de esclarecer os fatos diante das provas já reunidas.
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A força-tarefa declarou que o silêncio de Casares não interrompe o processo e que o material probatório é robusto.
As investigações, conduzidas pelo DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania) e pelo Ministério Público, focam em suspeitas de lavagem de dinheiro e irregularidades no setor de camarotes.
Embora o clube seja tratado como vítima, nomes próximos a Casares, como Douglas Schwartzmann e Mara Casares, foram citados em supostos esquemas de prejuízo financeiro.
A defesa do ex-presidente contesta a condução do caso, alegando cerceamento de defesa e falta de acesso integral aos autos do processo.
Os advogados Daniel Bialski e Bruno Borragine alegam que a polícia está sendo tendenciosa e dificultando o acesso a documentos essenciais, o que teria motivado a ausência no depoimento.










