O Internacional realizou sondagens recentes junto ao estafe do centroavante André Silva, de 29 anos, para avaliar as condições de uma possível transferência.
A informação foi revelada por grande parte da imprensa gaúcha no decorrer desta sexta-feira (10), mas conforme o AVANTE MEU TRICOLOR apurou, a diretoria do São Paulo nega ter sido procurada oficialmente pelo Colorado.
Fontes da alta cúpula são-paulina consultadas apontam que uma suposta negociação de André Silva com o Inter é tratada de forma reticente.
Os dirigentes tricolores sinalizam que só considerariam liberar o atleta mediante uma proposta financeiramente vantajosa, visto que ele figura como o substituto imediato de Jonathan Calleri na função.
O cenário de incerteza em torno da permanência do titular da posição é um dos fatores determinantes para o São Paulo não buscar uma saída para André Silva.
O clube atravessa um momento delicado nas negociações para a renovação de contrato de Calleri, que acaba no final do ano, com divergências substanciais entre as demandas do atleta e a proposta da diretoria (leia mais abaixo).
Não é o único motivo. André Silva foi contratado em 2024 pelo Tricolor junto ao futebol português custando a bagatela de quase R$ 18 milhões. Apesar de ter contrato até o final do ano que vem, ainda há esperança interna no clube de que ele tenha poder de revenda ao futebol europeu.
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Desempenho e panorama do atleta sondado
André Silva busca recuperar seu ritmo de jogo e eficiência após enfrentar uma cirurgia no joelho, que interrompeu a sequência que o jogador vivia em 2025 — ano em que acumulou 14 gols e quatro assistências em 43 partidas.
Na atual temporada, o desempenho do atacante reflete o período de inatividade e recuperação física: em 18 jogos disputados, o atleta ainda não balançou as redes, somando apenas uma assistência.
Mesmo com esse quadro, o São Paulo avalia que, sem uma oferta de mercado extremamente atrativa que viabilize a reposição imediata, a tendência é pela manutenção do jogador no plantel para o restante da temporada.
Os pontos de conflito na renovação de Calleri
As negociações para a extensão do vínculo do camisa 9 encontram-se estagnadas devido a disparidades nas cifras apresentadas.
Salário mensal: O atleta pleiteia R$ 1,7 milhão, enquanto o São Paulo oferece R$ 1,2 milhão.
Luvas: O jogador solicita R$ 9 milhões, ao passo que a proposta do clube é de R$ 2 milhões.
Pendências e prêmios: Calleri exige o pagamento de dívidas e premiações que somam aproximadamente R$ 7 milhões.
Por outro lado, a diretoria são-paulina posicionou-se contrária ao pagamento de gratificações por desempenho em títulos, classificações para a Copa Libertadores ou Mundial de Clubes.










