O Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil abriram uma terceira linha de apuração envolvendo o São Paulo, agora voltada a possíveis cobranças irregulares feitas a concessionários que atuam no clube.
O novo alvo é o ex-diretor social Antonio Donizeti Gonçalves, o Dedé, flagrado num áudio em que descreve taxas cobradas de empresas para operar na área social. Na gravação, ele menciona valores entre R$ 100 e 150 mil e repasses de até 20% do faturamento bruto, e afirma que os pagamentos por cartão iam diretamente ao Tricolor: “As maquininhas são nossas”.
Dedé sustenta que as cobranças eram institucionais e nega benefício pessoal, alegando que antes os valores pagos eram baixos. Ele também disse que deixou a área social com superávit após assumir um setor deficitário e declarou: “Minha saída foi política”.
O clube informou que contratou empresas de compliance para apurações independentes, enquanto seguem em andamento as investigações anteriores sobre movimentações financeiras e uso irregular de espaços.
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