André Silva inicia transição e São Paulo fica perto de ‘zerar’ Reffis após quatro anos

André Silva durante atividade nesta tarde, no CT (Erico Leonan/SPFC)

Após folgar no domingo (1), o elenco do São Paulo iniciou nesta segunda-feira (2), no CT da Barra Funda, a preparação para o novo clássico contra o Santos, às 20h (de Brasília) de quarta-feira (4), na Vila Belmiro, desta vez pelo Campeonato Brasileiro.

Nas atividades desta manhã, a boa notícia ficou por conta da informação de que o atacante André Silva iniciou a transição com a preparação física no gramado.

O camisa 17 não entra em campo desde 24 de agosto do ano passado, quando deixou a vitória por 2 a 0 sobre o Atlético-MG no Morumbi com uma lesão no ligamento cruzado (LC) posterior e estiramento no LC anterior do joelho direito.

Chegou-se a cogitar passar Silva por uma cirurgia, mas o próprio jogador recusou a indicação e preferiu fazer um tratamento convencional.

Agora, o Tricolor possui em seu Reffis apenas o outro atacante do plantel, Ryan Francisco, que se recupera de cirurgia após ruptura do ligamento cruzado anterior e lesão no menisco do joelho esquerdo.

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O retorno de André Silva aos gramados é um indicativo dos acertos do São Paulo com as mudanças em seu departamento médico.

Após passar um 2025 tumultuado, com número recorde de desfalques, o Reffis parece ter reencontrado o seu caminho e passou o mês de janeiro sem nenhum registro novo de contusão. Quer dizer, o atacante Paulinho acabou sofrendo um estiramento ligamentar no joelho esquerdo, mas oficialmente o clube o trata como jogador da base.

Fazia tempo, muito tempo que o São Paulo não tinha tão pouca gente em seu departamento médico. Desde abril de 2022 o clube não tinha um mês sem registro de novos casos de contusão.

E foi no dia 23 daquele abri, no empate em 1 a 1 com o Bragantino, fora de casa, ainda pelo primeiro turno do Brasileirão, é, oficialmente, o último jogo do Tricolor sem nenhum tipo de desfalque.

Na reapresentação desta manhã, no CT, o técnico Hernán Crespo dividiu os atletas em dois grupos: os jogadores que atuaram por mais tempo no último fim de semana fizeram exercícios regenerativos na parte interna, enquanto o restante trabalhou no gramado.

O treino, no campo, começou com exercícios de força comandados pelos preparadores físicos. Em seguida, os jogadores formaram três times, que duelaram em espaço reduzido.

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