O dia da internet são-paulina acordou em êxtase com a informação, sabe-se lá apurada com quem e quem foi o dono original dela, de que o São Paulo iria contratar Marcos Braz para ser seu novo executivo de futebol.
Sim, você não leu errado. O ex-diretor do Flamengo, candidato preterido à presidência do clube carioca, agora vem se colocando no mercado como um profissional de futebol.
No seu primeiro emprego, digamos assim, como profissional da área, Braz obteve sucesso: comandou o projeto do Remo que conquistou o acesso na Série B do ano passado, levando os paraenses para a elite nacional pela primeira vez após 26 anos (se classificaram para o mata-mata da Copa João Havelange em 2000).
Aconteceu que Braz acabou deixando o Remo no último final de semana, às vésperas da abertura do Campeonato Brasileiro deste ano. Segundo a imprensa de Belém (PA), a decisão foi causada por divergências do flamenguista com a diretoria, que teria quebrado a hierarquia e instituído um diretor de futebol estatutário, com poder sobre o dirigente.
Bem, aqui temos uma das gêneses do boato. Quando o motivo da saída de Braz ainda não havia sido vazado, os colegas paraenses cogitaram que ele estava de malas prontas para deixar o Remo para assumir um clube de camisa maior. E, entre todos os 12 grandes, o São Paulo é quem vive situação de total indefinição.
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Influenciadores são-paulinos correram para fortalecer a associação, apontando que o atual executivo de futebol, Rui Costa, seria demitido pelo novo presidente Harry Massis em meio à reformulação do futebol.
A chegada do ex-lateral Rafinha para o cargo de coordenador de futebol tricolor colaborou para a informação ganhar força, já que o ex-capitão trabalhou com Braz no Flamengo, ganhando Brasileiro e Libertadores de 2019.
Mas bem, por ora, tudo não passa de um grande boato. O AVANTE MEU TRICOLOR já revelou que em conversas com oposicionistas, Massis ouviu pedido para demitir Costa e enfatizou que a saída do executivo não é cogitada nesse momento.
O São Paulo procura, sim, uma espécie de CEO, alguém para substituir Márcio Carlomagno, mas o nome de Braz nunca sequer foi falado internamente. A ideia é promover alguém de dentro do clube. Luiz Cunha, diretor de futebol por pouco mais de sete meses em 2016, é o favorito.










