Roger justifica opção por força máxima e revela planejamento: “É jogo a jogo”

Roger orienta jogadores do Tricolor durante a vitória (Paulo Pinto/SPFC)

O técnico Roger Machado explicou como vem organizando o rodízio de jogadores neste momento e por qual motivo optou por utilizar força máxima na vitória do São Paulo por 2 a 0 sobre o O’Higgins, nesta terça-feira (14), no Morumbi, em resultado que deixou a equipe na liderança isolada do Grupo C da Copa Sul-Americana.

“É jogo a jogo. Hoje tivemos retornos de jogadores como Bobadilla, Luciano e Calleri. Lá no jogo com o Vitória, o Enzo (Díaz) saiu e teve carga reduzida. A gente vai quantificando jogos, demandas de viagem, e o placar muitas vezes condiciona a dar mais minutagem ou descansar determinado jogador”, explicou.

“Será assim, jogo a jogo, como foi no Uruguai. A decisão de minutagem não é só pensando na competição, mas em uma estratégia de médio e longo prazo para atletas com questões físicas, como é o caso do Marcos, que tem uma carga alta de jogos, para evitar problemas. Mas problemas vamos ter, precisamos dosar os atletas”, indicou.

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O jogo desta noite ficou marcado pela perda de dois jogadores. Ferreirinha acabou se tornando desfalque antes da partida e ainda no primeiro tempo, Marcos Antônio precisou ser substituído.

Segundo Roger, a comissão técnica está ciente da avaliação de carga e tentando buscar um equilíbrio com a demanda.

“Esse foi meu nono jogo no ano. Estamos falando de nove jogos no intervalo de um mês. Teve uma parada da data Fifa, o que dá uma densidade maior depois. Naturalmente, em função justamente dos jogos num ano de Copa do Mundo, tudo ficou muito condensado. Não planejamos as perdas, mas saber entender, quantificando as cargas, tirando atletas paras minimizar as perdas. Deu para segurar o Luciano um ou dois jogos, o Sabino também está sendo segurado, no fim de semana já deve estar à disposição. Mesmo com toda experiência e aparelhagem, você terá pequenos problemas, não tem como fugir disso”, disse.

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