O Flamengo cobrou formalmente a Liga do Futebol Brasileiro (Libra) para solucionar uma brecha no contrato de direitos do Campeonato Brasileiro, que não prevê reajuste em caso de aumento no número de clubes da entidade.
Com a entrada do Remo, a liga terá dez participantes em 2026, mas o valor bruto do acordo segue em R$ 1,17 bilhão, o que reduzirá a cota individual dos clubes. O contrato prevê redução se houver menos equipes, mas não aumento no cenário inverso.
Pelas projeções internas, todos os times da Libra receberão menos do que em 2025, com prejuízos estimados em torno de R$ 10 milhões por clube, a depender do desempenho do Remo.
O clube carioca já havia alertado sobre o problema em fevereiro do ano passado, segundo informou o UOL, voltou a tratar do tema com a direção executiva e, sem resposta concreta, exigiu que a cúpula da liga busque reajuste para R$ 1,3 bilhão, mais inflação, para preservar as cotas.
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E quem é um dos principais representantes da Libra? Sim, o sumido e ameaçado Julio Casares, presidente do São Paulo, que pode ter seu cargo deposto nos próximos dias.
Tentando se defender de acusações vindas de todos os lados e investigado pela Polícia por movimentações financeiras suspeitas no clube do Morumbi, Casares obviamente não respondeu ao pedido do Flamengo sobre a situação, irritando ainda mais o time carioca.
O mandado de Julio Casares à frente da Libra vai até o início deste próximo mês de fevereiro. Por enquanto, ele e o CEo do Bragantino André Rocha são os principais nomes da entidade.
Neste sexta-feira (16), o São Paulo terá votação em seu Conselho Deliberativo para definir o impeachment de seu presidente. Casares havia entrado na Justiça para tentar modificar o quórum mínimo para sua derruba, além de manter os votos de forma presencial, mas foi derrotado. Pode, até mesmo, renunciar do cargo antes de ver seu nome expulso do posto presidencial.










