Em crise dentro e fora de campo, o São Paulo terá outro motivo para se preocupar no Brasileirão 2026 que começa nesta semana, o número de jogos no gramado sintético.
Nesta edição do torneio nacional, terá um recorde de clubes e jogos na grama não natural. Serão seis equipes e mais de 100 partidas ao todo nestas condições, que não agradam em nada o Tricolor.
Não é de hoje que o clube do Morumbi reclama da situação, encabeçado por Lucas Moura, voz ativa nas reclamações contra o sintético, sempre defendendo o campo com gramado natural nos jogos do futebol brasileiro.
O meia-atacante, inclusive, sofre com suas lesões no sintético. Foi nele, em duelo com o Palmeiras ainda no Paulistão de 2025, que se lesionou gravemente no joelho e nunca mais voltou nas mesmas condições de antes. Por isso, normalmente é poupado nas partidas, como foi no último Choque-Rei na Arena Barueri.
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“O São Paulo é contra gramado sintético. Seria até mais fácil para os shows, mas por conceito somos contra gramado sintético e acreditamos que o futebol deva ser disputado em grama natural”, disse o então diretor de futebol do clube, Carlos Belmonte, ainda no ano passado.
Neste Campeonato Brasileiro, além dos já tradicionais Atlético-MG, Botafogo e Palmeiras que utilizam estádios com grama artificial, os recém-promovidos da Série B Athletico-PR e Chapecoense se juntam ao grupo.
E um sexto clube também terá algumas de suas partidas como mandante sem campo natural, o Vasco. A equipe carioca fez acordo com o Botafogo para mandar algumas partidas no estádio Nilton Santos durante as reformas de São Januário, que devem se iniciar neste primeiro semestre de 2026.
Com isso, o São Paulo pode encarar o temido gramado sintético em seis oportunidades neste Brasileirão.
A primeira delas será apenas em na metade do mês de março, quando o Tricolor visita o Atlético-MG pela 7ª rodada do Nacional na arena mineira, que conta com o polêmico campo com grama artificial.










