Apesar do resultado apresentado pelo balanço financeiro do ano passado, que registrou superávit de R$ 56 milhões com o faturamento recorde de R$ 1,085 bilhão, a realidade é um pouco assustadora para o São Paulo.
O clube do Morumbi procura por receitas de forma urgente e precisa diminuir custos para ontem, a fim de evitar uma punição da recém-criada agência que regula o Fair Play financeiro do futebol brasileiro.
Para garantir a sustentabilidade financeira, os clubes brasileiros não podem ultrapassar um déficit operacional de 2,5%. No entanto, dados apresentados em uma reunião recente com o presidente Harry Massis revelaram que o São Paulo amarga um déficit de 39% na temporada.
As informações foram publicadas inicialmente pelo portal ‘R7‘.
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Outro ponto crítico é o custo do departamento de futebol. A agência de fair play financeiro nacional estipula que os times da Série A gastem, no máximo, 70% de suas receitas com o elenco; o Tricolor, contudo, compromete 90% de sua arrecadação com jogadores e comissão técnica.
Para reverter esse cenário no segundo semestre, Massis terá duas saídas: promover um corte drástico na folha salarial ou atrair uma receita extraordinária expressiva.
A urgência é real, já que o clube enfrenta graves problemas financeiros, desembolsando R$ 125 milhões anuais apenas com juros, além de ter R$ 428 milhões em dívidas de curto prazo vencendo ainda este ano.










