URGENTE: Conselheiros pedem expulsão de Harry Massis do São Paulo por gestão temerária

Presidente Harry Massis durante reunião na Federação Paulista de Futebol (Rodrigo Corsi/Agência Paulistão)

Um grupo de conselheiros do São Paulo protocolou, neste sábado (25), um pedido formal de afastamento cautelar e expulsão do presidente Harry Massis.

O documento foi encaminhado ao presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu, e ao presidente da Comissão de Ética, Mário Celso da Silva Braga, acusando o dirigente de suposta gestão temerária e danos ao patrimônio e à imagem do clube.

A representação foi assinada pelos conselheiros Carlos Sadi, Edson Lapolla, Paulo Ramos, Joandre Ferraz, Alexandre Médicis, Persio Rainho, Giacomo Albanese, Artur da Silva e Silvia Cury.

Além do trâmite interno no São Paulo, o caso já conta com uma ação em andamento no Ministério Público.

AS ÚLTIMAS DO TRICOLOR:
>> Vergonha das Organizadas foi abafada pelo torcedor do São Paulo com vaias para Arboleda
>> JUNTADO OS CACOS: São Paulo começa trabalhos para encarar o Flamengo com nova baixa na zaga
>> BOMBA: Olten Ayres é indiciado pela Polícia por falsidade ideológica, e caso vai para o MP

>> Contra vazamentos, Olten marca reunião presencial do Conselho para aprovação da nova terceira camisa
>> Tapia não curte salário proposto e empréstimo a time dos EUA pode melar (para desespero do São Paulo)

Principais alegações e escopo do pedido

Os signatários da petição fundamentam o pedido em supostas violações ao Estatuto Social do clube, ao Regimento Interno e à legislação esportiva em vigor. Entre os principais pontos destacados estão:

Punições da FIFA e dívidas: O recente transfer ban aplicado pela entidade máxima do futebol e atrasos em compromissos financeiros do clube.

Governança: Omissões administrativas e episódios que, segundo os conselheiros, comprometem a estabilidade institucional e o patrimônio são-paulino.

Caso Ticketmaster: O documento protocolado não engloba o recém-anunciado acordo de R$ 250 milhões com a Ticketmaster, uma vez que o contrato formal ainda não foi assinado. No entanto, os conselheiros pretendem abrir um novo pedido assim que a assinatura do vínculo for oficializada.

A representação requer o afastamento liminar de Harry Massis enquanto durar a apuração pela Comissão de Ética e, em caso de confirmação das irregularidades, a aplicação da penalidade máxima de expulsão.

Até o momento, nem o presidente Harry Massis nem o São Paulo se manifestaram publicamente sobre o protocolo da denúncia.

Marcado:

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *