Candidato à presidência do São Paulo pela oposição, Marcelo Portugal Gouvea Filho, o Marcelinho, deu sua primeira entrevista apresentando suas ideias e planos ao clube, em crise histórica.
Ao canal Tricolaços nesta quarta-feira (14), Marcelinho falou sobre diversos temas e tentou estimar um prazo para que a equipe volte a brigar entre os grandes por novos títulos.
“Entrando o dinheiro que a gente quer, a gente acredita que talvez em três anos a gente tenha um caminho de, obviamente não zerar dívida, mas para quem entende de gestão de empresas no Brasil você ter um faturamento de 1 bilhão e deixar uma dívida de 200, 300 milhões, não é uma coisa que impede um exercício normal, no Brasil é normal você trabalhar com uma dívida dessa”, explicou o candidato tricolor.
“Então, o objetivo nem é zerar a dívida, mas é chegar num patamar que seja administrável. E aí, talvez eu tenha condições de começar a investir de forma mais efetiva no futebol. E aí é um tempo que acaba sendo imprevisível de em quanto tempo a gente consegue brigar de igual para igual. Mas a gente vai ter melhores condições de fazer isso”, concluiu Portugal Gouvea.
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Fica com Lucas?
Marcelinho também não fugiu sobre o assunto Lucas Moura, que terá seu contrato encerrado com o clube em dezembro deste ano e não tem negociações por sua continuidade.
Ele deixou claro que pretende seguir contando com o camisa 7 tricolor, mas mediante um novo acordo financeiro, em que o ídolo teria que se adequar a nova realidade financeira da instituição.
“O Lucas Moura e outros jogadores, fornecedores, todas as pessoas que se relacionam com São Paulo, vão ter que entender a realidade. A prioridade do plano é a estruturação financeira. A gente vai ter um orçamento”, falou Marcelo Portugal.
“E aí, tanto o Lucas, que é um ídolo que eu tenho, assim como vários outros jogadores do São Paulo, vai ter que verificar se a possibilidade de a gente renovar estaria dentro, obviamente, dentro do orçamento. Se não tiver, infelizmente, eu gostaria de poder contar com ele, mas a gente precisa entender, o torcedor precisa entender que a prioridade é financeira, o clube tem que parar de sangrar, porque senão a gente não vai ter como reconstruir o São Paulo”, explicou o candidato.










