Pela escancarada falta de ética, o São Paulo decidiu encerrar de vez as negociações para contratar um meia-atacante indicado pelo técnico Dorival Júnior e que é um velho conhecido dos torcedores: Gabriel Boschilia.
Atualmente no Operário-PR, o jogador surgiu como um potencial reforço durante a última semana. Além da aprovação de Dorival e sua comissão técnica, o negócio atendia os requisitos financeiros (Boschilia tem cláusula de liberação em caso de proposta de equipe da Série A).
Entretanto, um detalhe colocou a negociação a perder: o meia é agenciado por uma empresa que tem ligações com Rafinha, atual coordenador técnico do clube tricolor.
O ‘pequeno detalhe’ fez o São Paulo desistir até mesmo de abrir negociações, preocupado com a repercussão negativa que a contratação poderia gerar.
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Revelado pelas categorias de base do Tricolor, o atleta de 30 anos teve passagem pela equipe principal entre 2013 e 2015, quando foi negociado com o Mônaco, da França, por 9 milhões de euros.
Atualmente disputando a Série B do Campeonato Brasileiro pelo clube paranaense, Boschilia apresenta estatísticas de destaque na temporada, acumulando nove gols e três assistências em 28 partidas disputadas.
Desde que deixou o futebol brasileiro rumo à Europa, o meio-campista somou passagens por Standard Liège (Bélgica), Nantes (França), Internacional, Coritiba e pelo futebol húngaro, antes de se firmar no Operário.
Alinhamento ao perfil financeiro do clube
Embora o departamento de futebol do São Paulo ainda não tenha se manifestado oficialmente sobre a negociação, a possível contratação do atleta converge com o atual planejamento financeiro da instituição. Diante de restrições orçamentárias, a diretoria prioriza a captação de jogadores em fim de contrato, disponíveis para transferência sem custos de aquisição de direitos econômicos ou com baixo custo operacional.










